“Na ternura dos meus braços”

Sob o meu lençol de linho

Adormecem em sossego

As tranças do teu cabelo

E o meu corpo em desalinho

Procura o aconchego,

Do amor, para envolvê-lo

Na ternura dos meus braços

Corre o teu sangue nas veias

A encher o coração

É a Força dos teus laços

Que me prendem como teias

Amarrando esta paixão

Não há vaga onde t`escondas

E a lucidez que é tão pouca

Incendeia ao teu calor

Vou P`lo mar das tuas ondas

E naufrágo em tua boca

Embriagado de amor

Roubo gemidos à voz

Num sussurro endoidecido

Ao tocar da nossa pele

Do suor que sabe a nós

Do teu corpo arrefecido

Beb` o sal que sab` a mel

 

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