“RTP e FIAPE…”

           Cá estamos para mais uma semana, espero que corra bem, pois é, assim, mais ou menos especial, ontem, dia 28 à tarde, cantei um fadinho na RTP, no Portugal no Coração(Foto em Baixo). Hoje Dia 29 tenho espectáculo na FIAPE, portanto, uma semana alegre e bem disposta, assim espero.

O meu sobrinho André, gravou com o telemovel na FIAPE e colocou no youtube:

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“Sol e Toiros…”

           Caros amigos e amigas, nunca permiti e jamais permitirei, neste meu espaço, que seja quem for, ofenda e mal trate alguém. Como tal e porque também não quero deixar de aprovar comentários, dou por encerrado o assunto do post anterior. Eu, tal como disse, é só a minha opinião, vale o que vale e não quero vincular ninguém aos meus gostos, agora também não aceitarei que me obriguem a querer e a viver aquilo de que não gosto, e jamais estarei em qualquer manifestação ou movimento para acabar com algo, só porque não gosto, ou porque vai contra os meus princípios, isso não, a não ser que envolva direitos humanos, aprendi que devemos respeitar os outros e para isso, o fundamental é aceitar, mesmo não concordando, algumas vezes, com as suas escolhas e opções, mas estão no seu pleno direito.

            Tudo isto é uma passagem e se cada um vivesse a sua vida, não interferindo e sobretudo não querendo que os outros sejam obrigados a adoptar as suas opiniões, tendências, escolhas, gostos e modo de vida, tudo seria melhor.

            Posso não gostar do “Amarelo”, mas jamais obrigarei a que andem todos de Azul. Exigir que se acabem algumas coisas só porque não gosto ou acho mal, isso sim, é um verdadeiro acto de barbárie, de falta de civilidade, e sobretudo, desrespeito pelo direito à liberdade dos outros.

             Eu gosto muito de Sol e Toiros e não me considero bárbaro e menos civilizado por esse facto!

“…já agora, acabem também com o fado…”

            Começo por dizer que a minha opinião, é só a minha opinião e vale o que vale.

         Ontem, estive atentamente a ver a SIC e o programa à volta dos direitos dos animais e, não calo a revolta por ver tamanha hipocrisia. Nos outros países estimula-se a tradição e valorizam-se os feitos dos seus antepassados, respeita-se o alcançado e, sobretudo, honra-se a história e identidade dos seus povos. Por cá, promovemos discussões estéreis e histéricas.

         Circos sem animais, acabar com as touradas e mais disparates por aí adiante, sob o pretexto da defesa dos animais. Há dias visitei o Jardim Zoológico de Lisboa e, confesso, fiquei maravilhado, eu que, sou absolutamente doente, louco mesmo, por animais. Na sua maioria todos os animais do zoo nasceram lá, em cativeiro, ora se não existisse zoo, por suposto, estes animais também não existiriam, não é? Havia e há outros, mas estes, não. Mas se calhar, para os que se escondem atrás dos direitos dos animais, para dizer tudo, para se promoverem, para aparecerem, se calhar era melhor.

         Não aceito, de forma alguma, ver tratar mal os animais, mas agora vestir esses sentimentos de hipocrisia e teorias baratas, não entendo, nem vou por aí.

         A pretexto de direitos disto, daquilo e de mais o outro, vamos implicando com construções para não acabar com a ervinha x, com a libelinha y e mais uma série de disparates do género, mas, ao mesmo tempo, deixamos viver e morrer, ao abandono e sem qualquer dignidade, aqueles que a vida tratou mal e, por ex., dormem debaixo das tais pontes e arcadas que os grandes defensores das coisas que dão visibilidade, não queriam que se construíssem. Se calhar, estes grandes defensores da vida, tratam mal os seus familiares, os seus vizinhos, os seus amigos.

         Não sou sectário e muito menos quero ser como eles, mas lembro que a tourada, por ex, é um espectáculo secular, motivador de economia, gerador de emprego e característico de um País, de uma gente. Há arte, há inteligência e voluntarismo, abnegação e raça. A cada dia que passa vamos perdendo orgulho e vaidade neste povo que fomos e somos. Deveremos sempre lembrar que se aqui chegámos, foi por alguém nos antecedeu e que o que nos caracteriza, enquanto povo, são as nossas tradições.

         Os homens das Touradas e os dos Circos, por ex, criam, fazem nascer e viver os seus animais, com fins próprios e objectivos conhecidos, é certo, mas a verdade é que é por eles e para eles que existem, se não houvesse tourada, não havia touro bravo. Quem os criaria? Para quê? No jardim Zoológico?. Alguns destes grandes defensores, não têm um animal sequer e nunca compraram ração ou qualquer tipo de alimentação para dar a um único animal, nunca lhes dispensaram uma festa e nunca tiverem uma acção de carinho. São grandes defensores da vida, pergunto, e se gastassem as suas energias e grandes intenções a promover debates e manifestações contra os governos para acabar com os pobres, os discriminados, os que nada têm? Alguém já viu uma manifestação a encher, por ex, Lisboa, para acabar com a pobreza? Eu nunca vi, mas já vi para acabar com as touradas ou para não se construir isto ou aquilo, por causa das ervas. Ora francamente.

         As touradas, os Circos e outros espectáculos que usam animais, são pagos, só vai quem quer. O triste espectáculo dos que nada têm, a pedir, a chorar ou a dormir pelas ruas das nossas cidades, é gratuito, ninguém nos pede senha para entrar ou para ver, esse sim, somos obrigados a assistir e nada fazemos para terminar com ele. Se esses grandes defensores se batessem pelos direitos dos seus concidadãos, isso sim é que tinha valor, agora, quem sabe, alguns são seres humanos miseráveis, tratam mal os seus próprios familiares e depois, vêm aramados em grandes santos, defender os direitos dos animais, dos quais, muitas vezes nem a espécie ajudam a existir e a manter.

         Defendamos todos o que faz sentido defender e deixemo-nos de hipocrisias. Qualquer dia, acabam também com o Fado, porque é preciso abater árvores para construir guitarras portuguesas. Bom, é melhor calar-me, porque se eles lêem isto são bem capazes de o fazer…

“Campos de Solidão…”

Se já não souberes de mim

Não insistas nessa estrada

Percebi que não tem fim,

Que já não me lev` a nada.

 

Não há mais rosas bravas

Nem perfumes d`alegrias

Em cada espinho que cravas

No sol dos nossos dias

 

Entre promessas d`amores

E certezas adiadas

No campo jazem as flores

De batalhas odiadas

 

Pela margem do passado

Que desafia o destino

Deixei amarrotado

Um coração de menino

 

O eco não traz o ego

Nem promessas de descanso

No grito que agora entrego

Nas abas do vento manso

 

Como sinais de vitorias

Restam pétalas p`lo chão

Cantando as vãs glórias

P`los campos da solidão 

“À deriva…”

         Desenhei uma janela, ali naquela parede, naquela que não existe, naquela que está para lá de mim, de onde estou e onde quero chegar.

         Desenhei também um Girassol e um Pintassilgo que se vêem para lá da janela que não existe.

         Há um mar de fundo e dois barcos à vela a baloiçar sobre as ondas.

         Desenhei um casal de namorados, que aproveita o vento e deixa que o mar lhes molhe os pés. Rodam à procura do sol e dançam ao som do pintassilgo. Rebolam-se sobre a areia e deixam que o mar os acalme, na espuma que vai arrefecendo tanto amor.

         Há ao longe, muito ao longe, assim como quase uma visão ténue de horizonte, duas gaivotas que bailam, quase se ouve uma suave melodia, quase, se nos calarmos, fica distante, mas está lá. Está lá como já estivemos nós.

         Há tudo nesta parede, nesta janela, neste mar, neste amor. Há tudo menos nós. Está lá tudo, mas não consigo ver. Afinal a parede existe, a janela é que não. Nem Pintassilgos ou Girassóis, nem mar, nem espuma nem gaivotas. Não há namorados, não há nada. Só há a parede e os dois barcos, à deriva, para lá da parede, sem horizonte!

“Porque o vento muda!…”

         Não deve haver maior desconforto, do que ouvir dizer mal daqueles de quem gostamos e por quem temos consideração.

         Há vezes na vida em que me sinto verdadeiramente mal, não entendo o que nos leva a dizer mal, a falar dos outros. Já perguntei a mim mesmo, por diversas vezes, que vantagens tiramos em falar dos outros? Que felicidade é que isso nos traz?

         Somos sectários em tantas áreas da vida comum, e para quê? Que vantagens tiramos de olhar para a vida e para os outros, apenas com a visão dos nossos olhos? Olhamos apenas na direcção que nos interessa e julgamos os outros em função dos nossos interesse e objectivos. E onde é que isso nos leva?

         Encontramos, em tantas coisas do dia a dia, aqueles que apenas se divertem a destruir os outros, a construir imagens, à imagem das suas próprias derrotas, dos seus insucessos.

         Há igualmente, aqueles que se vestem de grande humildade, fingindo estar distantes e desinteressados dos seus reais interesses, julgando que não os entendemos, que não compreendemos a sua postura e sobretudo o caminho que trilham para atingir, os seus, e só os seus objectivos, sem se importarem quantos pontapés vão dando nas pedras do caminho e quantas ervas ou flores têm que destruir.

         Há coisas na vida que nunca entendi bem. Como é possível que alguns, apenas existam e vivam, para tornar insuportável a vida dos outros?

         Talvez, e para aqueles que já tem essa experiencia, esta questão posta desta maneira seja mais fácil de entender, se falassem dos vossos filhos, como alguns falam dos dos outros? Se tratassem os vossos filhos como alguns tratam os dos outros? Se o caminho dos vossos filhos fosse destruído, da forma que alguns destroem o dos filhos dos outros?

         O Homem é um animal social e, pena tenho, que alguns não percebam que ao destruir a vida dos outros, estão por arrasto a destruir as suas próprias vidas e a tornar esta passagem por cá num verdadeiro martírio.

         Àqueles que se divertem a estender o seu veneno, o veneno das suas próprias amarguras, por aí, pela vida dos outros, não lhes desejo o mesmo, não. Desejo, luz e paz de espírito, que Deus os ilumine, para ver no erro em que andam e persistem.

         Lamento que os objectivos individuais, se sobreponham muitas vezes ao bom senso e ao verdadeiro sentido da vida. Adoramos ou odiamos aqueles que em determinados momentos das nossas vidas nos são aliados ou adversários. Odiamos aqueles que apenas não olham no mesmo sentido que nós, que não dão o mesmo colorido que nós aos seus assuntos, que não são úteis para as nossas conquistas e vitórias, e é uma pena.

Existe um só mar e um só céu, umas vezes mais calmo e mais azul, outras vezes mais revolto e turbulento. A cada um de nós cumpre-nos a obrigação de construir Naus e Balões para aproveitar as vagas e os ventos. Cumpre-nos a obrigação de pôr nesse mar e nesse céu, comum, barcos e aviões, que não destruam peixes e pássaros. Cumpre-nos a obrigação de, a cada e em todos os momentos, respeitar o que nos foi posto à disposição e jamais devemos julgar pertencer-nos o que nos emprestaram. Cada ser humano é uma gota do Oceano que somos todos nós, quantas mais gotas envenenarmos, mais insuportável se tornará o mar. Competirá sempre, e a cada um, oxigenar cada partícula de ar, lembrando-nos sempre que quanto mais poluído estiver, mais mortal se tornará. E, se pensamos que o ar mau que andamos a distribuir pelos ares, nunca nos atingirá, estamos profundamente enganados, o vento muda, e um dia, atingir-nos-á irremediavelmente.

 O maior erro é pensarmos que o insucesso dos outros nos beneficiará. Quanto mais homens bem sucedidos houver, mais probabilidades teremos nós ser bem sucedidos também. Quanto mais felizes forem os que nos rodeiam, mais probabilidades há, de nos tornarem a nós igualmente felizes. Quanto mais felizes estivermos todos, mais feliz será a vida, e mais prazer teremos em andar por cá. Será sempre, e só, a somar. É uma conta simples, qualquer criança a sabe fazer…”

  

   

 

 

“Entre o 8 e o 80 e algumas merdas…”

Os merdas…

Somos isso mesmo. Sim, a equipa sénior do CF Estremoz de Hóquei em Patins “não vale nada”. É mais fácil bater quando se está por baixo. Quando o barco está a ir ao fundo, os ratos são os primeiros a fugir.
Constantemente aparecem opiniões de quem nunca ganhou nada na vida mas que agora se julga no direito de criticar aqueles que DÃO dias e, acima de tudo, horas de trabalho a um clube. Não falo só dos jogadores, pois esses já sabemos que “não valem nada”, falo também de directores, seccionistas e outros que acompanham uma equipa e que tiram tempo às familias para estarem ao serviço dos outros.
Os seccionistas do hóquei sénior do CF Estremoz têm sido incansáveis no apoio à equipa, quer em termos logísticos, quer em termos de amizade e compreensão. Andamos a perder mas, acreditem, ninguém mais do que nós sofre com isto. Somos nós que somos abordados por conhecidos na rua e ouvimos “Para o ano lá vão outra vez para a 3ª!”. Somos nós que somos alvos de piadas menos abonatórias quando são revelados resultados mais desagradáveis. É mais fácil andar por fora e criticar. Aqueles que há um ano motivavam excursões hoje já não prestam. Aqueles que há um ano eram vistos como muito bons hoje são caceteiros e maus perdedores (além de “não jogarem nada”).
Aconteça o que acontecer, vamos continuar a honrar a camisola que vestimos. Vamos continuar a estar de cabeça bem levantada num sítio onde muitos gostavam de estar apesar de “tudo ser mau”. Vamos terminar o campeonato com a dignidade que este clube merece. Sabemos com quem contar. Aqueles que estão connosco sabem que este desabafo nada tem a ver com eles. Temos a capacidade de olhar para as bancadas e ver quem de facto está connosco. As palmas que, todos os jogos, ouvimos no final independentemente do resultado, são também um motivo para continuarmos a enfrentar os adversários, os que andam dentro do campo e os que vagueiam fora dele…

 “Comentário por mim colocado, no blog do José Lameiras. “O Meu Blog”, a propósito do texto aqui publicado.”

Volto hoje a um assunto que me é querido, hóquei em patins.

            Desde a última vez que fui treinador da equipa sénior de hóquei em patins do C. F. Estremoz, que não vou ao pavilhão, e muito poucas, mesmo muito poucas, têm sido as vezes que tenho feito algum comentário ou observação sobre o hóquei estremocense e, das poucas vezes que o fiz, fi-lo sempre em nome próprio e nunca sob a medíocre e cobarde capa do anonimato.

            Actualmente em Estremoz, na blogosfera, existem dois espaço totalmente dedicados ao hóquei em patins de Estremoz, o site oficial da equipa sénior, liderado por dois amigos, o José Lameiras e o João dias, ambos jogadores da equipa sénior, e um outro, “Anónimo”, que muitos dizem saber de quem se trata, que muitas coisas tem dito sobre o hóquei em patins, incluindo tudo e quase todos.

            Começo pelo segundo espaço, “Pica-Pau”, e fico-me só pelo nome, não pelo conteúdo, não pelas afirmações e informações prestadas, muitas bem pertinentes, mas apenas e só por ser anónimo. Ser anónimo não seria problema se a filosofia do blog fosse a de informação e opiniões sem violentos ataques pessoais. Quem quer dizer o que o autor do blog tem dito, e sem eu discutir sequer a qualidade, intenção e veracidade dos assuntos, deve fazê-lo dando a cara. Da forma que o faz, pelo menos para mim, não merece que nos detenhamos mais tempo sobre ele. Dar-lhe-ei todo o crédito e aceitarei as suas visões e opiniões no dia em que deixar de ser anónimo, porque assim conheceremos objectivos, motivações e pretensões.

            Quanto ao segundo espaço, e devo referir que o que me motivou escrever este texto foi a leitura do último post do José Lameiras no seu, “O Meu Blog”.

            Li atentamente o post a que faço referencia no parágrafo anterior e, se por um lado entendo o seu autor e a mágoa que lhe irá na alma, também entendo muitas outras coisas. No hóquei sénior, actual, do Clube de Futebol de Estremoz, as coisas não têm corrido bem, é certo, por exemplo, para mim foi uma surpresa o Francisco Chouriço ter aceite ir substituir o Zé Rui e, maior surpresa foi para mim a direcção o ter ido buscar. Como disse noutras ocasiões, dever-se-ia escolher um treinador que mais e melhor servisse os interesses e objectivos do clube e não o que melhor servisse os interesses e gostos de um ou outro jogador, quem queria, queria, quem não quisesse, paciência, cada um seguiria o seu caminho. O resultado está à vista, a solução está muito longe de ter sido a melhor, os resultados bem o têm provado. Não há memória, salvo melhor opinião, na história do Clube, de tão má sequência de resultados. E, tal como da ultima vez que o actual treinador tinha estado à frente da equipa, é inaceitavel a quantidade de cartões que a equipa está a receber, foi uma das minhas maiores preocupações, uma vez que já naquela altura, o Estremoz era uma equipa referenciada, como uma equipa absolutamente indisciplinada e que ninguém gostava de apitar, e isso, infelizmente voltou.

            Não faço o mínimo comentário, sobre a secção, porque obviamente, são inteiramente justas as palavras que lhes dedicas, são pessoas de bem, desinteressadas e absolutamente dedicadas.  

            Caro amigo Lameiras, eu sou dos que não estou no rinque a bater palmas, porque decidi afastar-me, não faço e jamais alguém poderá dizer, aqui, ou em qualquer lado, que desde que saí fiz, ou faço qualquer comentário onde quer que seja sobre o hóquei em patins estremocense, (excepto na ocasião, e devidamente identificado, em que o Zé Rui saiu). Devo igualmente dizer-te que, como em tantas outras áreas da vida, se vai do 8 ao 80 em muito pouco tempo, no vosso caso, quando se está a ganhar ou quando se está a perder, é da vida. Devo referir por fim, que não acho que não tenhamos jogadores ou equipa para a segunda divisão, não. O problema, e desculpem lá que vos diga isto, é que vocês jogadores, muitas vezes também não têm ajudado, por muitos motivos e em conjecturas diferentes. Houve e há qualidade para fazer melhor, a vontade é que nem sempre tem sido a mais desejável. Quanto ao resto, concordo em tudo, é perfeitamente injusto e inaceitável, algumas coisas que se têm escrito sobre pessoas que, ao longo, muitos deles de quase uma vida, tudo têm dado e feito em prol do Clube, sem nada pedir em troca. Só não concordo com a vitimização do texto porque, não são “uns merdas” como dizes, mas também têm feito “algumas merdas”, como todos nós fazemos.