“Campos de Solidão…”

Se já não souberes de mim

Não insistas nessa estrada

Percebi que não tem fim,

Que já não me lev` a nada.

 

Não há mais rosas bravas

Nem perfumes d`alegrias

Em cada espinho que cravas

No sol dos nossos dias

 

Entre promessas d`amores

E certezas adiadas

No campo jazem as flores

De batalhas odiadas

 

Pela margem do passado

Que desafia o destino

Deixei amarrotado

Um coração de menino

 

O eco não traz o ego

Nem promessas de descanso

No grito que agora entrego

Nas abas do vento manso

 

Como sinais de vitorias

Restam pétalas p`lo chão

Cantando as vãs glórias

P`los campos da solidão 

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