“Estremoz, uma vaidade pessoal…”

         Estremoz Cidade de Excelência…

         Mesmo que assim não fosse distinguida, para mim, foi, é, e sempre será a minha cidade de excelência. No dia em que no Porto o presidente da edilidade estremocense, o Dr. José Alberto Fateixa,  recebe a referida distinção, eu, a quem felizmente a vida tem dado a possibilidade de andar por aí, felizmente posso dizer que conheço razoavelmente bem este Portugal, ilhas incluídas, e um bocadinho de alguns outros países, devo dizer, com a mesma felicidade com que vejo a nossa terra receber este prémio, que esta terra é linda. Bem sei que terá defeitos, que terá coisas menos boas, que há de facto aspectos que têm sido esquecidos, um bocadinho mais de asseio não faria mal a ninguém, uns arranjinhos por aí, também não ficariam nada mal.

         Estremoz é de facto uma cidade peculiar, tem atributos únicos, uma localização geográfica invejável, um arranjo urbano bastante bom, embora nalgumas zonas a degradação comece a ser problema e a necessitar de um olhar mais atento, e tem esta coisa lindíssima, de olharmos, de quase qualquer ponto da cidade e ver-mos o castelo, e a nossa altaneira Torre de Menagem.

         Sou piegas em relação a Estremoz, não engano ninguém, de resto sou, porque sou, muito emotivo, e em relação a Estremoz, sou indiscutivelmente bairrista. Olho para os problemas e para as coisas que estão menos bem, com esperança, com a certeza de que quem pode decidir, há-de decidir sempre bem, há-de permitir, e cada vez mais tornar esta cidade, num verdadeiro pólo aglutinador de coisas boas. Como se costuma dizer, Estremoz tem um património edificado muito bom, tem boas actividades, tem ambição e tem o melhor que se pode ter, as suas gentes. Lutadoras, abnegadas e muitas vezes brilhantes. Para mim, somos de facto uma grande terra. Muito e bem me falam dela, por onde quer que ande, garanto.

          Eu, que regresso muitas vezes a Estremoz, quando a madrugada há muito já conquistou a Lua, encontro sempre no coração a emoção e a alegria, de ver, como se ali fosse plantada, a minha cidade. Altiva e bonita, porque para mim, é a mais bonita de todas e será sempre merecedora desta excelência agora atribuída, apesar de às vezes ser tão mal tratada, sobretudo por aqueles que cá vivem e moram, sobretudo por aqueles que deveriam ser os primeiros a defendê-la.

         Fecho assim, no último programa de televisão em que participei, “Casamentos de Santo António”, quando em casa, ao fim do dia, estava a ver a gravação, dizia a Tânia Ribas de Oliveira:

         – “José Gonçalez, que veio da lindíssima cidade de Estremoz, com esta voz toda”

         São estas coisas que não se explicam, sentem-se. Ao nossos olhos ninguém pergunta por leituras nem visões especias, esses apenas nos dão a excelencia das lágrimas, muitas vezes inusitadas e comprometedoras, mas verdadeiras!

         Que saibamos todos merecer e honrar esta distinção, agora, senhores da politica, vamos lá pôr em prática esta atribuição, e que para além do papel, Estremoz se torne cada vez mais, uma terra de excelência…

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“Aqui Jaz uma merda…”

               “Sei que não vou por aí”. Não, não estou a plagiar o Cântico Negro do José Régio, estou só a suportar-me neste magnifico poema, onde me encontro e revejo em tanta coisa, digo-vos mesmo, se tivesse que eleger as palavras da minha vida, garanto que seguramente escolheria a harmonia, o ritmo e união das palavras deste “Cântico Negro”, dar-lhe-ia a mesma arrumação, e reflectiria, sem a mínima duvida, a minha vida, a minha forma de estar de ser e pensar.

            Estou farto de alguma gente de merda que entende que nos devem guiar, que devemos seguir os seus passos e entregarmo-nos à vida da forma que o fazem, com os mesmos interesses, as mesmas motivações e os mesmos objectivos. Estou farto de gente que vive de engano, que acusa os outros, que lhes cria defeitos ou virtudes em função dos seus interesses, que nunca fizeram nada, para além de criticar, de julgar e dizer mal dos outros, estou farto dos beijos de fel que alguns insistem em dar-me. Estou farto dos falsos humildes, vestidos de simplicidade convencidos que não os entendemos. Estou farto, farto. Não me convencem e muito menos vencem os meus pensamentos e os meus sonhos. Deu-me Deus uma dose considerável de obstinação, e algum amor-próprio. Deu-me Deus igualmente a lucidez de amar e respeitar os outros, dando-lhes espaço aos seus próprios sonhos, sem a minha almofada.

            “Sei que não vou por aí”. Pois não, não quero mesmo, não quero ser como alguns de vós. Não quero pensar como alguns de vós. Não quero o vosso fingimento, e não estou na vossa estrada. Não quero os vossos pensamentos e muito menos quero a vossa forma de vida. Não, não quero. Estou longe dessa forma mesquinha de ser.

            E muito ao contrário de vós, aqui estou, sem medos ou receios, com o meu nome, a minha voz, as minhas ideias, o meu percurso, no meu caminho. É exactamente por isso que vos digo, “Não vou por aí”. Por aí vão vocês, e esse caminho não me interessa nada. Não gosto dos vossos passos, não gosto da forma como pisam e, sobretudo, não gosto das marcas que deixam e o que destroem ao passar. Eu vou por aqui. Não levo, nem quero levar ninguém, felizmente, sinto e vejo que há muitos caminhos paralelos ao meu. Não quero que o meu caminho e as minhas marcas sejam as de ninguém. Não porque me sinta num pedestal, ou que seja um ser superior, não. O problema é que posso estar enganado, e não estou interessado em enganar ninguém.

            Nada tenho para vender, apenas me tenho a mim, assim, tal como sou, mas para o bem ou para o mal serei sempre eu, e jamais quero ou desejo que me confundam com alguém. Não quero a vossa cama, não quero os vossos sonhos. Quero a minha vida, com os meus fracassos e sucessos, alcançados com a mesma dor e amor com que minha Mãe me pariu. É só isso que quero, não quero os beijos envenenados, e não vivo para vos agradar, mas também não vivo para vos provocar. Quero ser EU, assim, e pronto, não quero que me comparem a ninguém, não quero que me achem parecido com alguém, e muito menos com aqueles que me dizem, “Vem por aqui”… Obrigado José Régio.

          Quando um dia morrer, podem por na campa, aqui jaz uma merda. Mas com cheiro próprio…”

“À volta do Rossio e um novo ciclo…”

           Um novo ciclo, talvez possa chamar assim aos meus próximos seis meses.

            Por algum tempo vou dedicar-me, quase em exclusivo às minhas actividades artísticas, serão os espectáculos e as produções para a RTP, e talvez não só, que me irão encher os próximos tempos.

            A rádio, será porventura, a maior paixão da minha vida, em particular a rádio da minha terra, Estremoz, claro que jamais a abandonarei e devo confessar que, a rádio é algo que me alimenta, me completa, mas devo igualmente assumir que é algo desgastante, que nos consome imenso e, há alturas na vida em que é preciso descansar, a minha “Hora do Zé” tem 17 anos, ininterruptos, sinto que chegou a altura de descansar. Este é um ano em que voltam as disputas partidárias, com os processos eleitorais, quer a nível nacional, quer a nível local, a minha actividade radiofónica, a partir de Julho, vai estar muito mais centrada nisso mesmo, eleições, entrevistas, debates. O meu programa da manhã, “Romper d`Aurora” vai ficar, nestes seis meses, bem entregue claro, ao José Lameiras.

            Devo dizer que o programa “À Volta do Rossio” vai regressar, em força, segunda-feira, dia 22 de Junho, recomeça e, vamos trazer à antena o recentemente confirmado candidato da CDU, à câmara de Estremoz, o Dr. Jorge Pinto, depois, dia 29, será a vez do Dr. José Ramalho, presidente da concelhia de Estremoz do Partido Socialista, que este domingo dia 21, apresenta oficialmente, em conferencia de imprensa, todos os cabeças de lista. O Dr. António José Ramalho, candidato do PSD, subirá à antena no dia 6 de Julho. Em Agosto faremos férias e depois, no inicio de Setembro voltaremos, não só com as “Voltas do Rossio”, mas com um novo programa, às quartas-feiras à noite, das 22h às 24h, dedicado por inteiro aos debates locais, a que iremos chamar, “Estremoz, autárquicas 2009” e que, como já vem sendo hábito irá culminar com o debate final, aberto ao publico, no Teatro Bernardim Ribeiro em Estremoz, se as eleições se realizarem a 11 de Outubro, o debate final será dia 7. É igualmente nossa intenção, realizar entrevistas, debates com todos os cabeças de lista às 13 freguesias do concelho, deverão acontecer de manhã, das 10h às 11h no programa “Antena da manhã” da responsabilidade do José Lameiras. Esperamos assim, contribuir como sempre, para o esclarecimento de todos os assuntos importantes para o desenvolvimento da nossa terra, e esperamos igualmente a envolvência de todos.

            Aqui fica em jeito de desabafo, informação, aquilo a que me irei entregar nos próximos meses, neste novo ciclo…

“Espaço visível e transparente…”

            Será mesmo necessário? Talvez seja uma pergunta a que jamais conseguiremos responder. Talvez nem nos interesse mesmo responder, e nem nos apeteça gastar tempo a analisar conjecturas, realidades, verdades e outras coisas mais.

            O que ganhamos com isso? Outra questão, e talvez consigamos encorpar a resposta nos princípios defendidos no paragrafo anterior.

            Para onde vamos? E isso interessa alguma coisa? Vamos por onde nos deixarem e por onde conseguirmos, digo eu.

            Bom, não, não estou louco, nem a divagar. Talvez esteja à procura das respostas para aquelas coisas da vida, do dia a dia, para as quais não tenho solução e não encontro em mim, e no que me rodeia, uma resposta plausível, coerente e de acordo com os meus sonhos e com tudo o que defendo.

            Será necessário metermo-nos na vida dos outros? Arriscarmos intenções e atitudes? Encontrar na felicidade dos outros e nas suas vitórias o fel das nossas frustrações?

            Nada ganhamos, enganamo-nos ao julgarmo-nos muito felizes por falarmos dos outros, por dizer mal deles, por sentirmos que as suas derrotas e fracassos são as nossas vitórias e concorrem para o nosso bem-estar.

            Tudo, ou grande parte do que fazemos, fazemo-lo julgando saber por onde ir, que objectivos atingir, que metas alcançar. Tudo, ou quase tudo, é feito à nossa medida, em função dos nossos sonhos e desejos. Tu, que não és como eu, nem pensas como eu, és menor. Menos inteligente. Menos capaz. Eu, eu, é que sou aventureiro e audaz, cumpre-me a divina tarefa de vos conduzir, através do meu pensamento, das minhas palavras e acções. Vós, seres mais fracos, que não vêem a vida pelo meu prisma, sois a sombra, eu o Sol. Tenho esta árdua tarefa de vos criticar e indicar o caminho.

            É possível que me tenha perdido no texto e me tenha perdido em metáforas e sentidos figurados, mas talvez não. Talvez apenas vos tenha querido dizer, que, quanto mais e melhores nos julgarmos, piores somos, quanto mais pensarmos que Deus nos brindou com uma dose considerável de inteligência e capacidade de raciocínio, mais erramos. Quanto mais entendermos que o nosso é o caminho, menos nosso será o caminho, mais errónea será a nossa vida.

            Necessário é viver a nossa própria vida, não num casulo ou numa campânula, mas num espaço aberto, visível, transparente. Com fé e confiança, acreditar que o meu caminho só faz sentido quando partilhado, e que todas as minhas conquistas e vitórias só serão possíveis e valorizadas porque ao meu lado alguém vence também. Quanto maiores e melhores forem as vitórias dos outros, maiores e melhores serão as minhas. Está no saber apreciar as vitórias alheias, o trunfo e o mel das nossas próprias vitórias. Quanto mais forte e melhor for uma sociedade, mais fortes e melhores seremos todos. O acto mais inteligente estará sempre na valorização que dermos aos feitos alheios. É valorizando os outros, aceitando e enaltecendo os seus feitos, que estamos a subir a fasquia das nossas próprias vidas e a tornar melhores e maiores os nossos sucessos. Quanto mais desvalorizarmos os outros, mais nos desvalorizamos, e tornamos vulgares as nossas conquistas e vitórias…

“Eleições, a caminho…”

           Nem sempre estamos certos, melhor, são muitas as vezes em que não estamos certos. Não porque se erre porque nos apetece errar, não. Erramos porque é condição humana, nascemos, crescemos e realizamos um processo de aprendizagem evolutivo, baseado no que nos ensinam, mas, e sobretudo, na capacidade que cada um tem de apreender, de perceber, de compreender, não só num processo empírico, mas também nos princípios que nos são incutidos, hábitos de leitura, de estudo. Também não se pode dissociar de qualquer processo de aprendizagem, o interesse em matérias que nos são apresentadas através do meios à nossa disposição, Tv., Net, etc., …

            São cada vez mais os exemplos, daqueles que chegam aos nossos dias, com um profundo desinteresse pela vida social, pelo bem comum, pela importância de estar, ser e viver com interesses, por exemplo, pela politica, pela importância de uma constante acção, intervenção, interesse, pelos tramites de uma sociedade evoluída e interessada. As últimas eleições europeias, são, sem dúvida, um exemplo acabado do desinteresse pela política e pela consciência, ou falta dela, de uma atitude actuante e activa.

            Daqui a dias saberemos as datas para os dois processos eleitorais que se seguem, legislativas e autárquicas, se nas legislativas os níveis de abstenção já começam a ser preocupantes, a julgar pelos últimos resultados, nas autárquicas a coisa já funciona melhor, talvez seja a proximidade, talvez sintam os cidadãos que em termos locais, ainda é importante o seu voto e no fundo, o sentir de que aqueles que para lá vão, são escolhas também suas, que podem e dever ser parte do processo.

            Há quem ataque aqueles, que ainda assim, vão tendo coragem de assumir um ideal político, mais que não seja um ideal de desenvolvimento das suas próprias terras, claro está que isto tem custos, inimizades, antipatias. Nunca entendi muito bem porque é que só aqueles que são da “nossa cor” é que são bons, só as suas ideias é que fazem sentido, os outros tornam-se inimigos, apelidados na maioria de vezes de, burros, estúpidos e tudo o mais que bem sabemos, e nós, se dizemos que alguma coisa está bem, lá somos  também apelidados de burros, quem está no poder e não é da nossa côr, já não presta, só os nossos ideais é que são bons e os outros só fazem disparates.

            Hoje, quando as peças começam a tomar os seus lugares, no xadrez local, aqui deixo o meu grito de coragem, de força, e de agradecimento àqueles que se aceitam expor, apesar de tudo o que têm que ouvir.

            Eu? Acredito na minha terra e em todos os candidatos, terei naturalmente as minhas opções, aqui em termos locais, julgo que vamos bem mais pelo coração, pela amizade e por acreditar naqueles que conhecemos melhor, mas não sou só eu, julgo que em termos locais, todos somos assim, vamos pelos projectos, mas, penso eu, vamos bem mais pelas pessoas, afinal Estremoz é tão pequena e todos nos conhecemos, tão bem, não é verdade?

“Nos Casamentos de Santo António, na RTP1”

         Cá fica o convite, para aqueles que gostam de me ver e de me ouvir, esta sexta-feira, dia 12, de manhã, lá vou cantar duas marchitas, em directo,  na RTP1, no programa especial, “Casamentos de Santo António” a partir do Pateo Alfacinha. Fica o convite.

Beijinhos e Abraços.

Zé.

SITE DA RTP:

 

 Os 16 casais de Santo António 2009 e os 2 casais de 1959, que este ano comemoram as Bodas de Ouro, firmam a identidade cultural da cidade de Lisboa

+ info:

Os Casamentos de Santo António constituem uma marca incontornável nas tradições populares da cidade de Lisboa.

Os Casamentos de Santo António têm lugar no dia 12 de Junho, no Museu da Cidade, o casamento Civil e na Sé Catedral de Lisboa, o casamento Católico e serão transmitidos pela RTP.

Os 16 casais seleccionados para a edição de 2009 dos Casamentos de Santo António e os dois casais que este ano comemoram as bodas de ouro, que há 50 anos casaram sob a bênção do Santo padroeiro firmam a identidade cultural da cidade de Lisboa.

A RTP vai partilhar consigo um dia inesquecível… Casamentos de Santo António…

A partir das 10 horas, acompanhe a cerimónia civil e religiosa, o baile, o copo d´água e todos os pormenores deste momento tão especial…

A emissão a partir do Pátio Alfacinha, conta com Tânia Ribas de Oliveira e Francisco Mendes.
Sérgio Oliveira, João Baião, Helena coelho, Isabel Angelino, Serenella Andrade, Dália Madruga e Joana Teles fazem-lhe chegar as reportagens sobre os Casamentos de Santo António.

“Lei da Paridade, Obrigação ou Dever?”

            Ao ver publicados os primeiros quatro nomes do movimento independente, liderado por Luís Mourinha, rumo às Autárquicas 2009, desde logo, este escalonamento me suscitou uma duvida, uma vez que, a lei da paridade, foi aprovada a 6 de Julho de 2006 e promulgada a 5 de Agosto de 2006 pelo Prof. Cavaco Silva. Não constam senhoras nos primeiros 4 nomes, mas, e ao contrário do que eu tinha em mente, desta lei da paridade, não incorre este movimento no risco de não ver a sua lista aprovada pelo tribunal e, consequentemente, não poderem concorrer. Assim:

            Lei da Paridade

            – Artigo 1.º – As listas de candidatos apresentadas para a Assembleia da Republica, para o Parlamento Europeu e para as Autarquias locais são compostas de modo a promover a paridade entre homens e mulheres.

            Artigo 2.º – 1 – Entende-se por paridade para efeitos da aplicação da presente lei, a representação mínima de 33,3% de cada um dos sexos na lista.

                                2 – Para cumprimento do disposto no número anterior, as listas plurinominais apresentadas não podem contar mais de dois candidatos do mesmo sexo colocados, consecutivamente, na ordenação da lista.

 

            No caso do Movimento liderado por Luís Mourinha, é notório que este preceito legal não é cumprido, mas, ao contrário do que eu pensava, e aqui assumo o meu erro, não fica, este Movimento, impossibilitado de concorrer, o que acontece é que depois da apresentação oficial da lista e dos documentos entregues em Tribunal, este comunicará ao mandatário que a o Movimento não cumpre todos os preceitos legais e é notificado para proceder à sua correcção. Caso essa correcção não aconteça, é afixada no tribunal a informação de que essa lista contem incorrecções, ao mesmo tempo a Comissão Nacional de Eleições faz publicar no seu site oficial essa informação e fica, esta lista sujeita à redução das subvenções publicas, prevista na lei eleitoral.

            Resumindo, a lei da paridade, não é uma obrigatoriedade, ou seja, as listas “Devem” e não “São obrigadas a…”. Posto isto, o que pode acontecer ao Movimento do Luís Mourinha, caso vença estas eleições,  é que não receberá toda a subvenção pública que está prevista lei eleitoral, ser-lhe-á retirada, uma percentagem, em função da percentagem do incumprimento.