“Aquilo que me resta por viver…”

Não sei se já olhaste a minha mão

E viste quantos nódulos encerram

Talvez tu não percebas mas não são

Apenas cinco dedos que não erram

 

São fartos de carícias e ternuras

Abertas feridas dessa terra sã

São sempre o mais aquém duma loucura

São sempre o mais além do amanhã

 

Talvez tu nem percebas porque lutam

E juntas serão sempre bem mais fortes

Não temas as promessas dos que juntam

No mar a`lvorada d`outras sortes

 

Bem sei que não verás nestas palavras

Aquelas coisas fáceis d`entender

Assim como as lanças que tu cravas

No resto do qu`em mim há por viver!

 

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