“A aranha e a sanita…”

Não é meu…

“Aconteceu, em minha casa, cada vez que ia puxar o autoclismo encontrava uma aranha. Ao quarto dia, tive pena e tirei-a, coloquei-a ao lado, por cima da banheira, num patamar que dava para uma janela, que por sua vez dava para a rua. No dia seguinte, de manhã, fui logo ver se a dita aranha tinha descoberto o caminho para a felicidade, mas não, estranhamente, estava de patas para o ar, morta”

Concluo eu:

Tal como a aranha, alguns, quando tirados do seu habitat normal, morrem. Julgamos estar a fazer bem, e o resultado, é o que se viu.

Na net, da nossa terra, em alguns casos, eu, faria a seguinte analogia. Alguns, só vivem, e sobrevivem, na e da merda. Metem nojo, cheiram mal e, só é pena que andem por ai anonimos, é uma pena não mostrarem as patas, que eu bem que os metia no patamar da minha janela!

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