“Como tu, simplicidade…”

Trago hoje rosas brancas

As mais puras, as mais francas

Que encontrei no roseiral

Como tu, simplicidade

Não se vestem na vaidade

Do que não é natural

 

Cada folha que no vento

Vençe a força do tormento

E se agarra tanto à vida

Lembra-m` esse teu olhar

De ternura, a reclamar

O meu peito, por guarida

 

Nem um espinho nasce nelas

Lembram-m` essas aguarela

Com o sol a beijar águas

São, como eram, os teus olhos

Nesse vestido de folhos

Quando vinhas contar mágoas

 

De tão brancas quase ferem

Os corações que preferem

Encher a vida de cor

Ja nem sei de onde venho

Mas as rosas que aqui tenho

São só para ti, meu amor…

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