“Na Líbia, veja aqui as fotos que lá tirei…”

Estive na Líbia, há menos de um ano, a convite do Embaixador de Portugal. Pela primeira vez, e em função do período perturbado, que agora por lá se vive, decidi trazer aqui as fotos da viagem, do país, das praias, das lojas, do espectáculo. Sei que são muitas, mas decidi publicar grande parte das que por lá tirei. Ora vejam lá:

AEROPORTO DE FRANKFURT, A CAMINHO DA LÍBIA

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JÁ EM TRIPOLI, COM 44º

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HOSPITAL DE TRIPOLI

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O “MESTRE”, ESTÁ POR TODO O LADO.

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A PRAÇA ONDE ESTÁ A CONTECER GRANDE PARTE DA CONTESTAÇÃO, BEM NO CENTRO DA CAPITAL, TRIPOLI

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AS LOJAS, O MERCADO. O OURO É AOS MONTES…

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AS MAGNIFICAS PRAIS DA LÍBIA, AQUI TAMBÉM COM OS AMIGOS, ANTÓNIO PINTO BASTO E MÁRIO ESTORNINHO.

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JARDIM DA EMBAIXADA DE PORTUGAL

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A TESTARMOS O SOM

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A CASA DO EMBAIXADOR/EMBAIXADA

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A VISTA DO HOTEL

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UM GINÁSIO, E UM DENTISTA…

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UM BANCO

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UMA BOMBA DE GASOLINA

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O CENTRO DE TV E RÁDIO DO ESTADO, PARECE UM FORTE… ONDE ESTÃO AS JANELAS???

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UM EDIFICIO ESTATAL

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EU, NO AEROPORTO DE TRIPOLI, NÃO É BEM, UMA VEZ QUE O AEROPORTO FICA A CERCA DE 30KM, PARA O INTERIOR, NO DESERTO, MAIS OU MENOS…

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OUTRO EDIFICIO DO GOVERNO LÍBIO

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AEROPORTO, DA LÍBIA, VISTO DO AR

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A LÍBIA, VISTA DE CIMA

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JÁ A CAMINHO DA ALEMANHA, ENTRADA EM FRANKFURT

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NO AVIÃO, A CHEGAR. ALEMANHA.

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O AVIÃO QUE NOS TROUXE

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E, FIM, NO AEROPORTO, AINDA EM FRANKFURT.

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CHEGOU AQUI? OBRIGADO,  PARABÉNS (*.*)

 

“Caminho…”

Não chores se t`entregam numa cruz

E cravam negras lanças no teu peito

Às vezes sobre as trevas faz-se luz

E surge outro caminho mais perfeito!

“Uma Ponta de Saudade…”

“Uma Ponta de Saudade…”

(José Gonçalez)

 

São poucas as palavras que consigo,

P`rós versos novos que te escrevo agora,

É longo este caminho que hoje sigo

É longa a tua ausência, a demora.

 

São poucas já as folhas da roseira

Na exibição dos espinhos salientes

Os troncos retorcidos são a esteira

De apodrecidos sonhos, decadentes.

 

Às vezes as lembranças que te trazem

Viva, nesta ponta de saudade

Encostam-se às certezas que hoje jazem

Na campa nua e fria da verdade

 

Às vezes quando o sol na despedida

Adivinha alguma sombra pela estrada

Na réstia duma esperança conseguida

Invento qu`inda vens… mas não vens nada!

 

Talvez não vás gostar do que aqui escrevo

E me apontes alguma falta de razão,

Talvez tenhas razão, mas sei que devo

Arrancar este punhal do coração…

“Na Antena 1, “Alma Lusa”, oiça aqui…”

É só clickar e ouvir, “Alma Lusa”, de Edgar Canelas, na Antena 1.

http://www.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=2134&c_id=8&dif=radio&idpod_audio=82220&idpod=

“Na net, mais uma das minhas descobertas…”

CLICK AQUI, E VEJA, A MINHA “VIAGEM PELO FADO”,  NUM SITE ESPECIFICO, E DE GRANDE QUALIDADE SOBRE O FADO. O MEU MUITO OBRIGADO!

http://www.portaldofado.net/component/option,com_jmovies/Itemid,336/task,detail/id,69/

“mais uma coisa que descobri na net…”

Click aqui em baixo e veja, mais umas das descobertas da net. São estas coisas que me enchem a alma. Não terá muita importancia, é certo, mas estar numa colectanea de fado, ao lado destes “monstros”, que me permitam, mas é um orgulho. Apetecia-me dedicar isto a umas certas pessoas, umas que vivem e não são, outras que são e cá vivem, em Estremoz. Mas por outro lado também era dar-lhes importancia de mais. E desses, alguns acham-se muito importantes, outros ocupam, inacreditavelmente, cargos com alguma importancia. Bom, mas já estou a gastar tempo demasiado, só de pensar neles… enfim!

http://www.amazon.com/Velha-Mouraria/dp/images/B000QNQ1EA

“De novo, “O Sal da Vida”, hoje deu-me para aqui…”

“Já não sei onde nem quando, mas um dia dei por mim a pensar na dificuldade de viver e tudo isto apenas por se nascer.

     Quando os nossos pais decidiram, ou não, que iriam ter um filho, não o encomendaram por nenhum catálogo, não escolheram concerteza características, estilo de vida, virtudes ou defeitos. Apenas o conceberam e desejaram que a vida que viesse a ter fosse a melhor. Quer por tudo aquilo que lhes pudessem proporcionar, quer na sorte e saúde ambicionadas para que essa nova vida fosse o mais feliz possível.

     Há quem defenda que – “O sal da vida são os bons e pequenos momentos em que não existem dificuldades em que tudo corre pelo melhor, em que não há problemas e a vida se compara a uma rosa, com uma diferença substancial. Sem espinhos”.

     Eu lamento, mas não concordo nada com esta ideia, muito pelo contrario.

     Para mim “O Sal da Vida” é precisamente o oposto. Rosas sem espinhos? Vida sem dificuldades? Tudo a correr pelo melhor? Lamento mas não. Em absoluto.

     Nós seres humanos somos dotados de uma inteligência incrível, todos sem excepção, é claro que uns trabalhá-la-ão mais, esforçar-se-ão mais. Terão uns eventualmente mais instrumentos ao seu dispor, mais facilidades. Poderão igualmente outros, estar mais próximos do conhecimento, ter pela força de outras vidas, outras oportunidades, mas – “O sal da vida são as dificuldades, são os espinhos das rosas, são os problemas.

     Apenas apreciamos a rosa porque esta tem espinhos, temos que tratá-la com cuidado, temos que cheirá-la a uma certa distancia, temos que perceber onde colocamos as mãos se a queremos acariciar, temos que perceber que toda aquela beleza e perfume só existem naquela planta porque a natureza a dotou daquelas características, para poder ser tudo aquilo que é, se não, não seria uma rosa, seria uma malva ou outra flor qualquer. Poderia ter o mesmo encanto, mas não tinha o mesmo fascínio. Gostamos das rosas porque para além da cor e do cheiro também têm espinhos. Porque para além da beleza também possuem instrumentos de defesa.

     “O Sal da Vida” está com toda a certeza, pelo menos para mim, nas dificuldades, nos problemas, nas tristezas, nos desencantos. Hoje sabemos o que somos e o que valemos, porque aqueles que nos antecederam tiveram a coragem, a força e o arrojo de não se fecharem no choro e na inércia. Porque aqueles que nos antecederam, puseram mãos à obra quando foi preciso vencer doenças, arregaçaram mangas quando foi necessário fazer pontes, barcos carros e tantas coisas mais.

     Como posso saber o que valho e onde posso chegar se a vida apenas se me apresentar como uma orquídea? Apenas vestida de perfume e beleza, sem os espinhos das rosas!

     Não, isso não é viver. É passar por cá sem ter percebido o quanto valemos, do quanto somos capazes.

     Todas as dificuldades são ultrapassáveis, todos os problemas são resolúveis.

     Deus deu-nos tantos problemas e tantas dificuldades, porque igualmente nos deu tantos talentos e capacidades.

     O problema, é que alguns preferem ser malvas, com alguma beleza e algum cheiro. Outros decididamente, preferem ser rosas, com mais beleza e melhor perfume, alcançados com maior luta e obstinação. Com feridas e ferindo, utilizando os espinhos, enfrentando outros espinhos, mas, acima de tudo, percebendo que só são hoje o que são e podem saborear cada momento de prazer, porque o fizeram à custa da vitória sobre as dificuldades.

 

 

    Viver e ser feliz, só é possível e entendível na sua verdadeira acepção, por aqueles que perceberam e viveram todos os problemas e dificuldades, na sua verdadeira acepção…”